Fluxo de caixa direto x Fluxo de caixa indireto

Resultado do período e detalhe dos processos financeiros: entenda como funcionam ambos indicadores.

Saiba como estas modalidades afetam a sua empresa.

O termo fluxo de caixa é conhecido por muitas pessoas, até mesmo aquelas que não estão intimamente ligados à vida empresarial. Contudo, quando falamos de fluxo de caixa direto e indireto, esta questão fica um pouco mais restrita, principalmente para quem não está adequado aos termos financeiros de um negócio empresarial.

Para esclarecer o que são diferenças e características próprias acerca do tema, o Astecas, software e consultoria de gestão financeira, traz mais sobre o fluxo de caixa direto x fluxo de caixa indireto, possibilitando que você e sua empresa implantem o melhor método para gerir esta importante ferramenta das finanças.

Entendendo o fluxo de caixa

Antes de detalharmos ambas as composições, apresentamos resumidamente o fluxo de caixa: ela fará a disposição de entradas e saídas de todos os indicadores financeiros de sua empresa. Para compreendermos o direto e o indireto, também precisamos entender que ambos entrarão no que é conhecido como DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa.

DFC Direto

O fluxo de caixa direto é gerido por consequência de relatórios que irão discriminar, detalhadamente, todos os valores regidos internamente pelo empreendimento. Entre eles estão informações como impostos a serem pagos, juros e multas, pagamento para colaboradores, fornecedores e/ou clientes, todos contando como saídas.

Nas entradas estarão presentes os valores demonstrativos do que foi pago pelos clientes, além de outras receitas do exercício. Ao pegar as entradas e saídas no DFC direto é possível analisar os valores brutos da empresa durante o período analisado. É imprescindível principalmente para questões de contabilidade, justamente por lidar com fatores tributários e fiscais.

DFC Indireto

O outro tipo de fluxo de caixa disponível para as empresas é o indireto. Não tão comum como o direto, está baseado no demonstrativo de resultados do exercício (DRE). Ou seja, ao analisar determinado período, poderá entender se houve lucro ou prejuízo, imprescindível para atualizar um fator indispensável para a empresa: o balanço patrimonial.

Ao chegar ao resultado do lucro (ou prejuízo), será preciso considerar dois fatores: a amortização e depreciação, que mostrarão exatamente quanto é a receita líquida. Novamente, a análise do DRE se faz necessária para chegar a conta final: os valores do fluxo de caixa indireto, ajustados conforme as características citadas, mostrarão o resultado de determinado período.

Utilização dos fluxos de caixa

A demonstração de fluxos de caixa, direta e indireta, possuem funções distintas, mas são complementares para analisar a situação geral da empresa: na direta teremos o resultado das contas empresariais, enquanto na indireta saberemos se o período analisado gerou lucro ou prejuízo considerando todos os fatores.

Com ambos os DFC há a possibilidade de a empresa traçar inúmeras estratégias com os dados recebidos, como a manutenção de investimentos, recursos para pagar tributos e dívidas, além de servir para definir inúmeros indicadores, como o ponto de equilíbrio da empresa, por exemplo. Desta forma, cada DFC trará um objeto financeiro aos gestores e administradores acerca do futuro da empresa, sendo indispensáveis nos dias atuais para quem busca crescer.

Para ter um controle efetivo, dinâmico e automatizado se faz cada vez mais necessário conhecer a gestão financeira. No nosso blog você pode conferir outros artigos e entender sobre a importância de demonstrativos e ferramentas como o fluxo de caixa. Entre em contato com os especialistas do Astecas e torne todo esse processo facilitado para a sua empresa.